Já é o quarto aumento este ano na energia elétrica e ainda nem chegamos perto do final

A falta de água nos rios que preenchem os reservatórios brasileiros levou a uma crise hídrica maior dos últimos 90 anos

No início do ano a cobrança extra nas contas deu-se por conta da bandeira amarela, que era de R$ 1,34 para cada 100 kWh consumidos, este valor permaneceu até o dia 30 abril, quando o primeiro reajuste foi anunciado, com o acionamento da bandeira vermelha, no patamar 1, a um custo de R$ 4,16 para cada 100 kWh. Logo em seguida dia 28 de maio, nem um mês depois já houve um outro reajuste, elevando o patamar tarifário para a bandeira vermelha 2 no valor de R$6,24 para cada 100kWh consumidos.

Novamente em junho dia 29 houve o terceiro reajuste anunciado pelo governo de 52% no valor da bandeira tarifária vermelha que foi de R$6,24 para R$9,49 e haveria ainda um quarto reajuste, mas a ANEEL resolveu adiar este reajuste.

ENERGIA SOLAR

Especialistas apontam como saída para uma crise energética que está prevista para novembro, incentivos para novas instalações dos sistemas de geração de energia fotovoltaica, que além de fortalecerem toda a rede de energia, a energia é limpa e não causa impactos negativos ao meio ambiente.

A fonte de energia fotovoltaica instalada hoje no Brasil já representa cerca de 40% de toda energia gerada na usina hidrelétrica de Itaipu, considerada a segunda maior do mundo. Com poucos incentivos e ainda aguardando o Projeto de Lei 5829 que é considerado como o marco legal da geração fotovoltaica no Brasil ser sancionada pelo governo, a crise energética pode comprometer inclusive o futuro do próprio país.

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